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Alunos Graduacao Jornalismo

Visões do cárcere: a recuperação através da reciclagem

Presídio Central com mais de 4 mil detentos recicla 13 toneladas mensais de resíduos. Foto: Bárbara Barros
Presídio Central com mais de 4 mil detentos recicla 13 toneladas mensais de resíduos. Foto: Bárbara Barros

Os projetos sociais que propõem a reabilitação dos presos no Presídio Central de Porto Alegre (RS), uma das maiores casas prisionais do Brasil.

Por Anderson Mello, Bárbara Barros, Daniela Fragomeni e Letícia Bonato – Jornalismo Ambiental / Manhã

O Presídio Central de Porto Alegre vive uma situação desconexa. Por trás das grades e do isolamento, a cadeia é um organismo vivo. O local é uma verdadeira cidade, e, como tal, enfrenta problemas de natureza socioambiental como superlotação, violência, moradia precária e exclusão social. Existem lados e percepções que somente os moradores dessa localidade conhecem bem. Os projetos sociais que acontecem lá dentro são exemplos disso. Continue lendo Visões do cárcere: a recuperação através da reciclagem

A recuperação do Guaíba é um desafio coletivo

Estudantes visitaram a ETE Serraria no dia 30 de abril. Foto: Victória Kubiaki
Estudantes visitaram a ETE Serraria no dia 30 de abril. Foto: Victória Kubiaki
Sete estudantes do 5º semestre do curso de Jornalismo da UniRitter escolheram as obras de saneamento feitas para despoluir o lago Guaíba, em Porto Alegre (RS), como pauta da primeira reportagem especial a ser apurada durante a disciplina de jornalismo ambiental. O governo local acabara de inaugurar a principal obra do Programa Integrado Socioambiental (Pisa), com investimentos anunciados de R$ 672,9 milhões no tratamento do esgoto da cidade e promessa de retomar a balneabilidade das praias. A capital gaúcha, que despeja a maior parte de seu esgoto nas galerias pluviais, jogando seus dejetos nas mesmas águas que consome, está à frente de um novo desafio. O grupo investigou e descobriu que não é tão fácil assim despoluir o lago. O resultado da apuração é um quadro amplo que mostra a complexidade do processo de despoluição das águas e ressalta a enorme importância do envolvimento de toda a sociedade na solução do problema.

Reportagem: Anderson Mello, Bárbara Barros, Daniela Fragomeni, Leandro Cougo, Letícia Bonato, Paola Rebelo e Victória Kubiaki – Jornalismo Ambiental/Manhã

A despoluição do Guaíba como um desafio
Paola Rebelo

Um cheiro acre e barroso predomina no local, entre enormes emissários e válvulas. De túneis repletos de canos, sobe-se a um terreno elevatório a céu aberto, cercado por gigantescos tanques com capacidade volumétrica para tratar 500 litros por segundo, em que deságuam os esgotos trazidos pela rede cloacal das casas dos porto-alegrenses. Na primeira etapa dos processos realizados na Estação de Tratamento de Esgoto Serraria (ETE Serraria), localizada no extremo sul de Porto Alegre (RS), os dejetos orgânicos são submetidos a uma série de preparações antes de serem enviados para as oito unidades ou módulos.

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