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Diversidade na Sustentabilidade

Sustentabilidade não é só meio ambiente. A sociedade sustentável também é composta de educação, identidade de gênero, empoderamento e outros temas atuais e importantes. Nos dias 2 e 3 de abril, o Parque Moinhos de Vento (Parcão) sediou o EcoPontos da Virada, iniciativa da Virada Sustentável de Porto Alegre para discutir e incentivar práticas sustentáveis.

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Jorge Furtado: arte e a sua função de ensinar

Furtado explica como foi a construção para elaborar o filme “Ilha das Flores” – Crédito: Rayana Garay

Em entrevista exclusiva ao blog de Jornalismo Ambiental da UniRitter, o cineasta Jorge Furtado fala sobre os principais problemas que afetam o meio ambiente e reflete sobre o que podemos mudar no cenário atual das nossas cidades.

Rayana Garay Cândido
Jornalismo Ambiental / Noite

O diretor e roteirista Jorge Furtado foi um dos destaques deste ano da primeira edição da Virada Sustentável de Porto Alegre. Na ocasião, Furtado explicou sobre o filme “Ilha das Flores” que trata o problema do descarte do lixo na Ilha dos Marinheiros, em um tema intrigante para o público que o assiste.  Nove dias depois do evento, o diretor recebeu a reportagem do blog de Jornalismo Ambiental da UniRitter na Casa de Cinema de Porto Alegre, que fica localizada no bairro Bom Fim.

Em especial,  a conversa foi direcionada a um dos principais filmes sobre a sustentabilidade no Estado do Rio Grande do Sul, que para época de 1989, ano que foi lançado o curta “Ilha das Flores”, foi considerado uma novidade, pois a indústria cinematográfica não explorava tanto o tema. Furtado assina trabalhos consagrados como: “O Homem que Copiava” (2003), “Doce de Mãe” (2012) e “O Mercado de Notícias” (2014). Também coleciona diversos prêmios, tais como: melhor diretor e roteiro no Prêmio Cinema Brasil e  melhor roteiro no Festival de Cinema de Miami (2003).

Nesta entrevista, o cineasta Jorge Furtado fala sobre o descarte do lixo,  sustentabilidade, a arte como forma de conscientização e o curta “Ilha das Flores”.  Continue lendo Jorge Furtado: arte e a sua função de ensinar

A sustentabilidade marcha vagarosamente pelos currículos escolares

Ailim ..... – Crédito: Wagner Miranda
Ailim Schwambach  defende o ensino politécnico – Crédito: Wagner Miranda
 Nos dias 1, 2 e 3 de abril, desembarcou pela primeira vez em Porto Alegre o Virada Sustentável, evento já consolidado há 11 anos em São Paulo. Dentro da extensa programação, o Seminário Virada Sustentável discutiu, entre outros enfoques, o ensino de temas sobre meio ambiente para jovens da geração Z, aqueles nascidos a partir do final da década de 1990. A reportagem acompanhou o debate e tenta desmistificar os paradoxos da ‘Educação para a Sustentabilidade’.

Wagner Miranda
Jornalismo Ambiental / Noite

Um desafio enfrentado por professores e alunos em sala de aula é a inclusão de temas ambientais nos currículos escolares. Há quem acredite que no laboratório, com a prática, se aprenda mais. Também, quem defenda a pesquisa científica como alternativa para buscar o engajamento dos estudantes em diversos assuntos, inclusive sustentabilidade. Continue lendo A sustentabilidade marcha vagarosamente pelos currículos escolares

Guaíba: fonte de vida em perigo

Há mais de 50 anos, a poluição do Guaíba é pauta de debates e projetos. O documentário Guaíba: Fonte de Vida em Perigo aborda a situação do lago, que há décadas sofre com poluição direta e indireta procedente de esgotos não canalizados, descarte de lixo incorreto e poluição industrial. O lago, que tem extensão correspondente a toda área da capital gaúcha, recebe carga poluidora não apenas da Grande Porto Alegre, mas dos mais de 250 municípios que integram a região hidrográfica do Guaíba. Com depoimentos de moradores e declarações de especialistas e representantes dos órgãos responsáveis, o documentário traz um alerta para autoridades e cidadãos refletirem sobre o lago Guaíba, fonte de vida e alimento dos gaúchos.

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Ecovox: educação ambiental com música

Apresentação da banda Ecovox no Theatro São Pedro em Porto Alegre (RS) em 2010 – Crédito: Divulgação
Apresentação da banda Ecovox no Theatro São Pedro em Porto Alegre (RS) em 2010 – Crédito: Divulgação
A banda Ecovox surgiu no final de 2007, na cidade de Alvorada (RS), como o primeiro projeto do Instituto Ambiental Ecovox. O grupo idealizado e liderado por Carlos Weiss, 46 anos, tem o diferencial de ser temática e só tocar canções que falem sobre a preservação ambiental ou que retratem a grandiosidade da natureza e as riquezas do Planeta Terra.

Por Guilherme Wunder
Jornalismo Ambiental / Noite Continue lendo Ecovox: educação ambiental com música

Inteligência e sustentabilidade

ENTREVISTA:
Kathia Vasconcellos Monteiro

Kathia Vasconcellos Monteiro ajudou a criar o Instituto Augusto Carneiro, entidade que leva o nome de um dos fundadores do movimento ecológico gaúcho - Crédito: Carolline Tavares
Kathia Vasconcellos Monteiro ajudou a criar o Instituto Augusto Carneiro, entidade que leva o nome de um dos fundadores do movimento ecológico gaúcho – Crédito: Carolline Tavares
Kathia Maria Vasconcellos Monteiro, 52 anos, trabalha em entidades ambientalistas há mais de 25 anos e atualmente atua no Instituto Augusto Carneiro fundado no final de 2010 por um grupo pequeno de ambientalistas para tentar fazer uma abordagem ambiental de forma diferente, não só com um viés ideológico, mas técnico também.
Nesta entrevista exclusiva concedida ao blog de Jornalismo Ambiental da UniRitter, Kathia fala sobre a importância da luta ambiental e do compromisso de cada um em agir de modo ambientalmente responsável. “O meio ambiente é de todos nós e precisamos mudar imediatamente para construir um futuro sustentável”, defende a ecologista.

Por Carolline Tavares e Hellen Borges
Jornalismo Ambiental/Manhã

Como é possível incentivar uma mudança de postura do ponto de vista ambiental?
Kathia Vasconcellos: Alguns assuntos podem ser abordados nas escolas, para criar um hábito como desligar a torneira enquanto se escova os dentes, ou poupar energia elétrica porque a geração gera um impacto ambiental gigantesco, seja com o desmatamento, para a construção de grandes represas hidroelétricas, seja pela energia nuclear ou dos combustíveis fósseis. Se a gente conseguir diminuir o consumo de energia numa quantidade razoável vamos precisar gerar menos. As pessoas também têm dificuldades de entender a importância do uso racional da água nas suas rotinas diárias. Precisamos de mais material educativo e espaços para discussão, saber onde achar informação confiável. Para o lixo, a visitação a cooperativas funciona com os jovens, eles se encontram através de uma realidade que nunca lhes foi mostrada anteriormente, facilitando ou iniciando um pensamento de mudança de postura. Continue lendo Inteligência e sustentabilidade

LARA LUTZENBERGER |Promovendo uma revolução cultural

Lara Lutzenberger: “Através da educação ambiental é possível reaproximar a sociedade da natureza” - Crédito: Arquivo Pessoal

Lara Lutzenberger: “Através da educação ambiental é possível reaproximar a sociedade da natureza” – Crédito: Arquivo Pessoal

A educação ambiental e a promoção de tecnologias brandas socialmente compatíveis são as áreas de atuação da Fundação Gaia dirigida por Lara Lutzenberger. Sua dedicação à entidade expressa o orgulho e a gratidão pelo legado deixado por seu pai, o ecologista José Lutzenberger, falecido em 2002, e pela responsabilidade que acredita ter na construção de um mundo mais equilibrado, ético e saudável, revela nesta entrevista exclusiva concedida ao blog da disciplina de Jornalismo Ambiental da UniRitter.

Por Hellen Borges
Jornalismo Ambiental/Manhã

Como surgiu a ideia de dar seguimento ao trabalho da Fundação Gaia criada por seu pai?
Lara Lutzenberger: Foi um processo que se iniciou ainda em 1987, quando eu tinha 17 anos e passei a secretariar o meu pai, depois participando nos diferentes grupos de trabalho da Fundação Gaia até assumir o papel de coordenação e vice-presidência. Isso fez com que, na partida dele, eu me sentisse na obrigação moral de dar continuidade ao que tínhamos realizado juntos, ele, sua equipe toda e eu.

Como se sente dando continuidade ao trabalho de seu pai?
Lara Lutzenberger: Tem sido um desafio constante e muito grande para mim. A Fundação Gaia é cronicamente carente de recursos financeiros e, por decorrência, também humanos. Tenho conciliado essa missão com demandas domésticas e familiares expressivas. Mas o faço com imensa dedicação, como expressão do meu orgulho e da minha gratidão por este legado bonito que o pai construiu e pela responsabilidade que entendo termos, cada um de nós, com a construção de um mundo mais equilibrado, ético e saudável. Continue lendo LARA LUTZENBERGER |Promovendo uma revolução cultural