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Alunos Graduacao Jornalismo FAPA

Os orgânicos na cooperativa Pão da Terra

Produtor rural José Mathias colhendo hortigranjeiros para levar às feiras ecológicas da cidade de Porto Alegre. – Crédito: Leilane Beck
A reportagem do blog de Jornalismo Ambiental da UniRitter visitou a produção de orgânicos de uma das famílias ligadas à Cooperativa Pão da Terra para conhecer de perto os alimentos vendidos nas feiras de Porto Alegre.

Por Leilane Beck
Jornalismo Ambiental – Campus Fapa / Manhã

O produtor rural José Mathias vende pão e legumes sem agrotóxicos na feira de alimentos orgânicos que acontece todas as quartas dentro da sede da Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Irrigação, no bairro Menino Deus, em Porto Alegre. Durante entrevista concedida ao blog de Jornalismo Ambiental da UniRitter, ele convidou a reportagem para conhecer sua produção em Eldorado do Sul. Continue lendo Os orgânicos na cooperativa Pão da Terra

A polêmica revitalização do Cais Mauá

Armazéns do Cais de Porto Alegre devem ser modificados de acordo com o projeto de revitalização – Crédito: Leticia Szczesny
O projeto de revitalização do Cais Mauá em Porto Alegre vem gerando debates sobre os efeitos das obras propostas. A Associação Amigos do Cais Mauá (Amacais) questiona o empreendimento, mas há quem apoie o novo complexo comercial planejado para ser um local de lazer.

Por Gabriel Alves, Leticia Szczesny, Taina Flores e Vinicius Moura
Jornalismo Ambiental – Campus Fapa / Manhã

O Cais Mauá de Porto Alegre, patrimônios histórico  nacional e municipal, está gerando diversos debates devido ao seu projeto de revitalização. Em 2010, o  consórcio Cais Mauá do Brasil S.A venceu a concorrência e apresento sua proposta para que os armazéns centrais sejam restaurados para receber atividades culturais, hotéis, terminal de passageiros e até um shopping. O grupo é constituído pela GSS Holding com 51% das ações, pela NSG Capital com 39% e o Grupo Bettin com 10%. Existem, porém, questionamentos em relação aos efeitos ambientais, culturais e econômicos das obras.

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Degradação e descaso: a trajetória do Rio dos Sinos

Trecho do Rio dos Sinos na altura da ponte sobre a Avenida Mauá, em Novo Hamburgo – Crédito: Alberi Neto
Conheça quem protege e o que contamina o quarto rio mais poluído do país

Por Alberi Neto, Aline Eberhardt e Ariadne Kramer
Jornalismo Ambiental campus Fapa / Manhã

Da janela do trem metropolitano, o Rio dos Sinos passa diante dos olhos como uma bela pintura na paisagem, logo na entrada de Novo Hamburgo. A reação só muda quando os pés batem no barro molhado e escorregadio da margem. Nas águas que correm por baixo da ponte da Avenida Mauá é possível constatar outra realidade. Uma água de cor turva tocada por um vento gelado traz consigo o forte cheiro da terra lamacenta, misturada com resquícios do esgoto de casa, jogando para a beirada do rio galhos, roupas e até partes de móveis. Enquanto a reportagem caminha em busca de retratos da poluição hídrica do Sinos, pai, mãe, uma criança e um cachorro chegam e lá se vão mais algumas taquaras para a água.

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Descaso geral

Descarte de lixo nas margens do Arroio Sarandi em Porto Alegre (RS) – Crédito: Leticia Szczesny
A falta de saneamento básico, a desatenção das autoridades e o descaso de muitos moradores fazem do Arroio Sarandi um esgoto a céu aberto, foco permanente de enchentes e doenças de veiculação hídrica. Água coletada pela reportagem do blog de jornalismo ambiental da UniRitter, analisada em laboratório da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, revelou índice elevado de poluentes oriundos de resíduos domésticos sem tratamento.

Por Leticia Szczesny e Taina Flores
Jornalismo Ambiental campus Fapa / Manhã

Colchão, sofá, roupeiro, geladeira, garrafa de bebida alcoólica, carcaça de carros, armários, sacolas plásticas, restos de alimentos e até embalagens de produtos químicos. Estes são itens normalmente encontrados em moradias, mas é em meio a uma rua de chão batido e nas margens de um arroio que eles estão. O Arroio Sarandi ou valão Sarandi, como é conhecido pelos moradores do bairro, é um grande depósito de lixo utilizado pelas próprias pessoas que ali vivem. Quem passa pela Rua Francisco Pinto da Fontoura, próximo à Avenida Dique, na Vila Elisabeth, um dos principais pontos de descarte, vê um descaso geral.

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Ilhados pelo esquecimento

Crianças brincam no rio poluído de baixo da rodovia federal – Crédito: Lúcia Haggstrom
Moradores da Ilha Grande dos Marinheiros sofrem sem saneamento básico por descaso das autoridades. Além de viverem dentro de duas unidades de conservação no Delta do Jacuí, um Parque Estadual e uma Área de Preservação Ambiental, também entraram na área de construção da nova ponte do Guaíba.

Por Victória Alfama, Lúcia Haggstrom e Evelyn Lucena
Jornalismo Ambiental Campus Fapa / Manhã

A Ilha Grande dos Marinheiros, localizada na segunda parada da BR-290, a rodovia federal que liga Porto Alegre ao sul do Estado, há apenas sete quilômetros do centro de Porto Alegre, é o local com o menor Índice de Desenvolvimento Humano da região metropolitana. As políticas públicas básicas parecem não chegar lá. Junto com o descaso, na ilha reina a calmaria, quebrada pelo barulho dos aviões pousando e decolando e dos veículos que passam na rodovia que atravessa o bairro Arquipélago. As casas foram construídas com madeira de restos de obras. Continue lendo Ilhados pelo esquecimento