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A recuperação do Guaíba é um desafio coletivo

Estudantes visitaram a ETE Serraria no dia 30 de abril. Foto: Victória Kubiaki
Estudantes visitaram a ETE Serraria no dia 30 de abril. Foto: Victória Kubiaki
Sete estudantes do 5º semestre do curso de Jornalismo da UniRitter escolheram as obras de saneamento feitas para despoluir o lago Guaíba, em Porto Alegre (RS), como pauta da primeira reportagem especial a ser apurada durante a disciplina de jornalismo ambiental. O governo local acabara de inaugurar a principal obra do Programa Integrado Socioambiental (Pisa), com investimentos anunciados de R$ 672,9 milhões no tratamento do esgoto da cidade e promessa de retomar a balneabilidade das praias. A capital gaúcha, que despeja a maior parte de seu esgoto nas galerias pluviais, jogando seus dejetos nas mesmas águas que consome, está à frente de um novo desafio. O grupo investigou e descobriu que não é tão fácil assim despoluir o lago. O resultado da apuração é um quadro amplo que mostra a complexidade do processo de despoluição das águas e ressalta a enorme importância do envolvimento de toda a sociedade na solução do problema.

Reportagem: Anderson Mello, Bárbara Barros, Daniela Fragomeni, Leandro Cougo, Letícia Bonato, Paola Rebelo e Victória Kubiaki – Jornalismo Ambiental/Manhã

A despoluição do Guaíba como um desafio
Paola Rebelo

Um cheiro acre e barroso predomina no local, entre enormes emissários e válvulas. De túneis repletos de canos, sobe-se a um terreno elevatório a céu aberto, cercado por gigantescos tanques com capacidade volumétrica para tratar 500 litros por segundo, em que deságuam os esgotos trazidos pela rede cloacal das casas dos porto-alegrenses. Na primeira etapa dos processos realizados na Estação de Tratamento de Esgoto Serraria (ETE Serraria), localizada no extremo sul de Porto Alegre (RS), os dejetos orgânicos são submetidos a uma série de preparações antes de serem enviados para as oito unidades ou módulos.

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A difícil busca por uma alimentação saudável

Consumidores buscando alimentos saudáveis na Feira ecológica do Bom Fim em Porto Alegre. Crédito: Anderson Aires

Em meio a uma agricultura que  se utiliza cada vez mais de agrotóxicos, a busca por alimentos livres desse veneno cresce entre os consumidores.

Textos e fotos: Anderson Aires / Colaboração: Jordana Pastro
Jornalismo Ambiental/Manhã

A busca por uma alimentação saudável é cada vez mais recorrente na rotina da população. Mas até que ponto isso é possível em um país considerado o líder no uso de agrotóxicos na agricultura, muitos deles proibidos em vários países desenvolvidos? Essa é uma das perguntas que cercam a indústria alimentícia brasileira.

O Brasil é um dos líderes mundiais no uso de agrotóxicos graças a uma falta de controle na fiscalização. Segundo os relatórios de 2011 e 2012 do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), um terço dos vegetais mais consumidos pelos brasileiros apresentou resíduos de agrotóxicos em níveis impróprios para o consumo. Continue lendo A difícil busca por uma alimentação saudável

Cosméticos: a indústria sabe o que está vendendo, mas o consumidor não sabe o que está usando

Entre as opções possíveis de cosméticos, as informações nem sempre são claras. Com foco nas maquiagens, saber qual a origem de cada produto pode ajudar na escolha.

Texto: Liliane Pereira e Vanessa Magnani
Reportagem: Débora Pires, Gabriele Torbis, Liliane Pereira, Renata Scheidt e Vanessa Magnani – Jornalismo Ambiental/Manhã

Os primeiros registros de uso da maquiagem são relacionados aos antigos feiticeiros, às pinturas de guerra e à demonstração de hierarquia entre as tribos. Na civilização egípcia, homens e mulheres pintavam os olhos para destacar o olhar. No período da monarquia produtos como o pó-de-arroz e pomadas coloridas já eram utilizados por reis, rainhas e pela aristocracia.

Conforme Daniel Dias, graduado no curso de história pela Universidade Luterana do Brasil, foi no Egito que a maquiagem se tornou um ritual de beleza diário. “É lá que se encontram os primeiros sinais do uso de cosméticos”, explica em entrevista ao blog de Jornalismo Ambiental da UniRitter. Continue lendo Cosméticos: a indústria sabe o que está vendendo, mas o consumidor não sabe o que está usando

Estudantes de Jornalismo conhecem o legado de Lutzenberger

Os acadêmicos do curso de Jornalismo da Faculdade de Comunicação da UniRitter visitaram, no sábado, dia 10 de maio de 2014, uma área de 30 hectares de reserva natural recuperada pelo agrônomo e ecologista gaúcho José Antônio Lutzenberger. O Rincão Gaia, localizado em Pantano Grande, propôs aos 14 estudantes presentes, a maioria alunos da disciplina de jornalismo ambiental, uma experiência sobre meio ambiente e ecologia.

Estudantes de Jornalismo da UniRitter durante visita ao Rincão Gaia realizada neste sábado, 10 de maio, como atividade complementar da disciplina de jornalismo ambiental – Crédito: Victória Kubiaki
Estudantes de Jornalismo da UniRitter visitam Rincão Gaia, no dia 10 de maio, como atividade complementar da disciplina de jornalismo ambiental – Crédito: Victória Kubiaki

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